Doze Princípios do Amor Exigente

Os Doze Princípios alicerçam um programa de proteção social, que apóia e facilita as mudanças comportamentais na família e na sociedade, visando a prevenção e qualidade de vida.

O Amor Exigente é referência segura para as pessoas que buscam melhorar os relacionamentos familiares e sociais.

Não são teorias abstratas; são baseadas na experiência dos êxitos e fracassos dos membros de Amor Exigente.

1 - Raízes culturais. Os problemas da família têm raízes na estruturação atual da sociedade.

2 - Os pais tanbém são gente.

3 - Os recursos são limitados.

4 - Pais e filhos não são iguais.

5 - Culpa. A culpa torna as pessoas indefesas e sem ação.

6 - Comportamento. O comportamento dos filhos afeta os pais; o comportamento dos pais afeta o(s) filho(s).

7 - Tomada de atitude. Tomar atitude precipita crise.

8 - A Crise. Da crise bem administrada, surge a possibilidade de mudança positiva.

9 - Grupo de apoio. Na comunidade as famílias precisam dar e receber apoio.

10 - Cooperação. A essência da família repousa na cooperação, não só na convivência.

11 - Exigência ou disciplina. A exigência na disciplina tem o objetivo de ordenar, organizar nossa vida e a de nossa família.

12 - Amor. O Amor com respeito, sem egoísmo, sem comodismo deve ser também um amor que eduque, oriente e exija.

Os Doze Passos do AA (Alcoólicos Anônimos) e NA (Narcóticos Anônimos), consistem em um grupo de princípios, espirituais em sua natureza que, se praticados como um modo de vida, podem expulsar a obsessão pela bebida e/ou outras drogas e permitir que o sofredor se torne íntegro, feliz e útil.

Não são teorias abstratas; são baseadas na experiência dos êxitos e fracassos dos primeiros membros de A.A.

Passo 1 - Admitimos que éramos impotentes perante o álcool e outras drogas- que tínhamos perdido o domínio sobre nossas vidas.

Passo 2 - Viemos a acreditar que um Poder Superior a nós mesmos poderia devolver-nos à sanidade.

Passo 3 - Decidimos entregar nossa vontade e nossa vida aos cuidados de Deus, na forma em que O concebíamos.

Passo 4 - Fizemos minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos.

Passo 5 - Adminitimos perante Deus, perante nós mesmos e perante outro ser humano a natureza exata de nossas falhas.

Passo 6 - Prontificamo-nos inteiramente a deixar que Deus removesse todos esses defeitos de caráter.

Passo 7 - Humildemente rogamos a Ele que nos livrasse das imperfeições.

Passo 8 - Fizemos uma relação de todas as pessoas que tínhamos prejudicado e nos dispusemos a reparar os danos a elas causados.

Passo 9 - Fizemos reparações diretas dos danos causados a tais pessoas, sempre que possível, salvo quando fazê-las significasse prejudicá-las ou a outrem.

Passo 10 - Continuamos fazendo o inventário pessoal e, quando estavamos errados, nós o admitíamos prontamente.

Passo 11 - Procuramos através da prece e meditação, melhorar nosso contato consciente com Deus, na forma em que concebíamos, rogando apenas o conhecimento de Sua vontade em relação a nós, e forças para realizar essa vontade.

Passo 12 - Tendo experimentado um despertar espiritual, graças a estes passos, procuramos transmitir esta mensagem aos dependentes e praticar estes princípios em todas as nossas atividades.